segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Encontre o Penetra




Como se não bastasse entrar em festas, sem ser convidado... Agora surge uma nova vertente do penetra, aparecer em comerciais. Tomara que esse seja o primeiro de muitos. Eis agora a hora de brincar de inde está o Wally quero dizer onde esta o Penetra... O resultado final... Pena que foi rápido e as cenas em que apareço não apareceu kkk

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ferrock 25 Anos Revival - Homenagem ao Rock Candango



Queridos leitores do nosso blog O Super Nova, desculpem-me por só agora postar esse post, mas, em compensação, creio que vocês vão gostar...
Evento: Ferrock 25 anos
Data: dias 13,14 e 15 de novembro
Onde foi? Praça da Administração Ceilândia.
Aqui vou contar o Lado-B da história... rs.
Como, quem não tem dinheiro, tem história, lá vai...
Sábado, quando cheguei ao centro da Ceilândia, pude curtir muitas bandas novas para mim, porém com muitos anos de estrada. Algumas tinham vinte anos que não tocavam, e nos palcos do Ferrock encontraram uma mega estrutura, dois palcos lindos, cheios de movies, laser e luzes estroboscópicas.
Era 1:45 da manhã, quando tudo já havia acabado, e agora?
Um forasteiro sem norte, o que o Penetra vai fazer agora, já que seus poucos centavos teriam ido guéla abaixo em apenas 4 latinhas de cerveja e 3 gudangahhans?
Como as pernas eram o único meio de locomoção, algumas perguntas em tom agradável nortearam meu caminho.
Do centro da C.I apenas uma certeza eu tinha, a de que teria de caminhar muuuuuuuuuito.
Uns 5 km a frente, encontrei um posto de gasolina. Perguntei para o frentista onde era o P4 do Psul. Ele me falou a mesma coisa que os últimos que eu perguntara. Respondera:
“Cara, você vai caminhar muito, e com essa bolsa ai... Num sei não. Acho que você vai ser assaltado. Por quê você não pega um ônibus?”
Um pessoal que estava no forró ao lado do posto entrou na conversa.
“Que PSul o quê??? Vamos pro forró!!! Fica ai até o dia amanhecer... Depois você vai pra lá!!”
Eu respondi para ambos que estava tarde, mas eu tinha que ir para lá, só queria saber a direção, não importava o perigo, eu tinha que chegar ao Psul.
O pessoal do forró me interrogou por instante.
“Rapaz, tú num é mala não né?”
"Não, eu só quero saber onde fica o P4 do Psul amigão, eu tenho que ir pra lá."
“ Espera aí, eu estou sentindo que você é um rapaz bom, é perigoso andar pra esses lados a essa hora e a pé então...”
Passados uns 5 minutos, o forrozeiro chega em seu carro.
“Entra ai, eu te deixo lá!”
Fiquei grilado com o forrozeiro embriagado, mas quantas vezes eu dirigi embriagado e não deu nada, era isso ou me entregar aos bandidos.
Confesso, emocionado, que educação cabe em todo lugar, talvez por isso o amigo forrozeiro sensibilizara com meu depoimento, não me deixando à mercê das vitimas dos vícios que se entregaram à pedra.

 


O Penetra ao lado do Nasi

O Penetra no P3 do P Sul




Olá, galera! Estive sumido da cena, procurando novos ares, encontrei uma galera gente boa, que, se vocês não conhecem, talvez vocês já ouviram falar...No Setor P Sul da querida Ceilândia, terra rica de cena underground, modelo para outras cidades-satélites, pousei durante uma semana, na casa de Ari de Barros, que, como um presente de tio para sobrinho no Dia das Crianças, me levou para um show de rock no “quadradão da 16” praça local do P3 do P Sul. Com organização da Virus Produções e parceria do Ferrock, o Virus Infected Rock levou muita gente para bater cabeça e agitar a adrenalina que estava parada dentro dos corpos. Quem passou por lá pode curtir bandas da cena como Os Delatores, Death Slam, e outras covers.

Veja mais em:
http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=4510542981684440568&aid=1286991480
http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=4510542981684440568&aid=1286993237
http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=4510542981684440568&aid=1286993756

Circuito Skate Brasília 50 Anos



Nesse final de semana, dias 18 & 19 de setembro, a pista da nossa cidade foi palco de manobras alucinantes de grande estilo e precisão. Skatistas se jogaram nos corrimãos e rampas, demonstrando o quanto o nível técnico tem evoluído. Destaques para Gabriel Zago, que agora soma 1.000 pontos aos outros 1.000 pontos que ele já tinha conquistado em outra etapa desse circuito, que é dividido em 3.
Aproveitem e assistam e votem no vídeo do garoto, que está concorrendo a uma câmera e um carro novo.
Ajuda aê:
http://www.youtube.com/watch?v=xoAqjYp0PYc

Entre cruz, espada e estrelinhas...



Era dia 18 de junho...
Muitas baladinhas acontecendo em São Sebastião. Todos os segmentos se organizando: o sertanejo,o gospel, o forró, o rock e o rap.
Tudo muito, muito lindo...
Muitos shows. Inclusive muitos astros passaram pelo vale de São Sebastião. Até que em uma sexta-feira...
Nas emissoras de TV:
"Festejos das administrações com irregularidade..."
Passaram-se 15 minutos, meu celular toca... Ding, dong, ding, dong (Alguém se lembra como se escreve o barulho do celular?)....
Eu: Fala, Renan...
Renan: Eduardo, acho que não vai rolar mais o rock...
Eu: Que isso, doido?
Renan: Acabou de passar no jornal...
Eu: Cara! Vai rolar!
Renan: Como?
Eu: Ainda não sei mas vai rolar...
Renan: Beleza então.
Eu: Um abraço.
Tututututututu....
Ao ouvir aquelas palavras do Renan, minha garganta fechou, e para minha decepção, não me matou asfixiado. A vontade de ser abduzido, ou quem sabe voltar para o saco do meu pai, companheiros, não vou mentir, era grande. E começou assim a corrida contra o tempo.
Para nossa frustração, o motoclube que iria expor os carros e motos de colecionadores desmarcou a exposição. E como não há nada ruim que não possa piorar... O caminhão-palco também não pode vir.
Na noite de segunda-feira, dia 22 de junho, organizamos uma reunião com as bandas que possivelmente iriam tocar, sendo elas...
- Divine Asphixiation;
- Mistake Arch;
- Suicide Machine;
- The Ratsome;
- Água Sanitária;
- Coliformes Fecais;
- Sacrifício.
Muitas discussões, algumas oposições e um resultado.
O Sacrifício fez o sacrifício de não tocar, pois alguns membros da banda tocariam em suas respectivas igrejas. O Suicide Machine, banda gospel de crentes quentes, me mandaram tomar no #@ quando falei o horário deles. O Divine Asphixiation não pode tocar. E os Coliformes Fecais teriam duas baixas: Chico Rosa tocaria com Dona Gracinha, e Nilson do Violão teria que cuidar de sua gracinha, a linda Ana Júlia, que tem poucos meses de vida.
A semana passou tão rápido que quase ninguém notou, mas também muitas coisas fizeram esse tempo passar rápido: jogos do Brasil, eliminação do Brasil (que merda!), a eliminação da Argentina (que benção!) e o dia 3 finalmente chegou...
Muitas especulações de que não iria acontecer esse evento pairavam sobre os ouvidos da massa sedenta por rock, mas também tinha aquela história de que os organizadores fizeram um ritual que diz que uma maldição cairia sobre suas cabeças, caso parte desse ritual oculto não fosse cumprido à risca.
A motivação estava em baixa, porém o amor e a devoção ao rock gritou mais do que Max Cavalera, e inacreditavelmente, pessoas surgiram no primeiro feixe de luz solar, em uma jornada até o Park of Exposition of San Sebastian para começar a organizar o espetáculo.


Eu, que ainda estava em meu recinto, quando Anne K. resolveu me acordar para ajudar nos preparativos.
Peguei minha câmera, e fui até o lugar sagrado de culto ao rock. Devana Babu não perdeu o time da notícia, e logo me avisou de um outro fato muito inspirador... Nesse mesmo dia, completaria 27 anos sem o mito que abriu as portas para a lisergia frenética do bom e velho Rock'n'Roll. Nessa mesma data completaria 40 anos sem Jim Morrison. Daí entrou a linda garota do cabelo multicolor, Anne K. que teve a ideia de batizar esse culto de Rock in Fire. Ela inconscientemente evocou Light my Fire naquele momento. Renan, Deverson do Mal, Pedro, Célio Iron Hand, Leomar Pereira, Valmir VjC, Luiz Próton e Paulo Dagomé arregaçaram as mangas, e, sem dó e nem piedade, carregaram palco, alambrados, lenha para o FIRE, compensados e etc, etc, etc e tal.
Depois disso, pouca coisa faltava. Uma delas, a principal, o som...
Liguei para meu irmão, que acordou puto da vida comigo. Mesmo com má vontade, ele veio ao nosso encontro. Buscamos parte do som, mas, mesmo assim, faltavam as caixas de grave, e, como diz Cazuza, "o tempo não para". Tudo bem, nem precisava ele ter dito isso, afinal era só olhar para o relógio para notar que as horas voavam para a gente.
O nervosismo começou a aumentar, e, para aqueles que dizem que fumar é prejudicial a saúde, para o nosso evento, foi a vacina que salvou. O guarda do parque me passou um dinheiro para comprar uma carteira de cigarro a uns 6 quarteirões, e, por muita sorte, encontrei o Fernando Batatinha, em frente ao comércio, com sua caminhonete, uma Chevrolet Silverado. Não perdi tempo e fiz uma proposta indecorosa, esperando uma resposta do Fernando. Ele, muito solidário, não demorou muito para ir até a humilde residência de Devana Babu para pegar o restante da estrutura.
Depois que tudo estava nos devidos lugares, "as piadas" do dia chegaram. "Tiago Será o Fim?" chegou com o suicídio da Machine, e, mesmo sem dar um prego em um angu, saiu com todo seu senso de estrela, deixando apenas quatro palavras, que ecoaram a noite inteira acompanhado de gargalhadas dos organizadores: 1ª) "não"; 2ª) "precisamos"; 3ª) "dessa"; 4ª) "porra". Engraçado demais, um crente da bunda quente falar algo dessa proporção. Eu, com muito mais clareza, respondi, sem nenhum peso na consciência: "Que bom! Mais 30 minutos para a  jam session!". As palavras, que ele deixou pensando que iriam fazer os amantes do rock desesperados, soaram mais como o RESTART, deixando todos mais tranquilos de não ter de vê-lo colocando defeito em tudo.
Fato que chamou atenção foi o desfecho. Os organizadores terminaram o ritual onde Anne K., Devana Babu, Peter Punk e Eduardo Cabeção dormiram ao relento, embrulhados em um carpete azul, à beira da fogueira ou pelo menos o que sobrou dela.


E essa foi mais uma edição do Superrrock, que teve um desfecho lindo, com a carroça do Marcelo levando tudo o que sobrou do céu...


NOTA DO CO-EDITOR: Revisado.

Johnny e Jimmi X Penetra e cia.



Era sábado... Muitos shows em minha cidade, e um em especial na Ceilândia, um que, se eu perdesse, acho que nem em outra vida compensaria a perda...

Pois bem, o lugar era ao lado da Administração Regional da Ceilândia. O show: "Ferrock 25 anos". A banda em destaque: Johnny Winter. Como quem tem amigos tem tudo, juntou eu, Devana Babu, Gil Willian e Gabriel (CCE) para prestigiar o som do cara, que é simplesmente o cara da guitarra, o manda-chuva do blues, o Jimmy Hendrix branco e velho, porém vivo e desossando cada casa da sua guitarra, em cada nota, em cada tom, em cada riff, um mais penetrante que o outro.

Era quase 00h00min quando nosso querido John Dawson Winter III levantou-se da cadeira. A galera batia palmas e gritava. Os que já não tinham voz, assobiavam. E nosso coroa do blues levantou-se e foi em direção ao canto do palco. Parecia uma despedida. É, realmente, parecia, mas não era. Ele torna ao centro do palco, com outra guitarra, saca uma dedeira, e começa outra seção mais excitante que a anterior. Devana Babu... Hum! Esse menino faltou chorar ao ver aquele coroa destrinchar aquela guitarra com tal facilidade.

Logo após o show do Johnny Winter, aguardamos a banda Elffus tocar. Depois de ouvir novas baladas, e curtir clássicos como Jezebel, partimos em direção ao Jardim Botânico VI. Festa: Preserve Amazônia, balada VIP, cheio de nomes importantes, como Kiko Perez e Ricardo Matos. E se você que acompanha as aventuras do Penetra não se ligou nas palavras que eu disse no segundo parágrafo, se liga agora... Ao chegar à balada, demos de cara com uma bilheteria que queria realmente salvar a Amazônia. Estavam cobrando R$ 35,00 para cada pessoa entrar. Como a festa já estava bombada, vimos que a Amazônia já estava salva, e que não precisaríamos ficar com peso na consciência, de entrar de penetra em uma festa com um tema tão nobre.

Chegamos às portas de entrada do evento. Fizemos alguns telefonemas, e, como quem tem amigo tem tudo, não demorou muito para quatro cortesias passarem por nossas mãos.

Entramos. A trilha sonora era coisa de cinema, mas tipo aqueles cinemas com Double Digital. As mulheres eram lindas, perfumadas e algumas muito embriagadas, porém simpáticas. O ambiente muito lindo, bastante convidativo, e o som que estava salvando a Amazônia era dele, do Johnny Winter Preto. É, ele mesmo! Vocês estão duvidando, né? Pois bem, Kiko Perez, Ricardo Matos e cia. fizeram um lindo e maravilhoso tributo a Jimmi Hendrix para salvar nossa Amazônia.

Ouvindo Fire e comendo um saboroso crepe de peito de peru junto a Devana Babu, em plena 03h45min da madruga, notei que não é tão ruim assim ser burguês, tipo ter uma casa boa, fazer uma festa com som bom, iluminação excelente, só com pessoas bonitas e educadas, ouvindo música boa e sorrindo à toa. E foi nesse momento de reflexão que escutei meu amigo Devana Babu comentar: "Eu amo a burguesia"... kkkkkk....

E assim encerramos mais uma aventura do Penetra. E, para finalizar, quero concluir as palavras do meu nobre amigo Devana Babu...

É isso aê, meu brother, principalmente as burguesas... kkkkk..

O irmão do Penetra



Era sexta-feira, dia 23/04/2010...

O telefone toca. Meu irmão mais velho fala:
- Oi, Eduardo!
Eu;
- Fala, Ernane.
Ele:
- O 2 Fuel está em Brasília. Você quer buscar eles e o André Marques no Aeroporto?
Eu:
- Demorou!!!
Ele:
- Beleza. Então, pega a van e corre para lá, às 14 horas.
Eu:
- Estou indo agora!!!
Ele:
- Tchau
Eu:
- Falô!
Tel
- Tu-tu-tu-tu-tu ...

E parti em direção ao Aeroporto Internacional de Brasília, para buscar as figuras que iriam tocar na HYPE no mesmo dia à noite.

Por um instante me perdi no tempo, e o tempo passou rapidamente sem que eu notasse. Quando tornei para casa, já era m15 minutos para as 22 horas, e, quando coloquei os pés no chão, percebi um corre-corre no quarto do meu outro irmão, vulgo Poninho...


Eu:
- Para onde você está indo todo produzido desse jeito?
Poninho:
- Vou levar os caras para a HYPE!
Eu:
Mas sou eu quem vai fazer isso!
Poninho:
- Então toma logo seu banho lá...

Corri para o chuveiro, quando escutei o barulho da van ligando e o carro em movimento: Vrrrruuuuuummmmm...

E partiu me deixando com o trabalho que ele deveria fazer, um outro frete da outra van do Ernane...

Fiz rapidamente esse outro frete e fui para HYPE à 160 km por hora.




Entrei e conversei com meu irmão, o Poninho, cobrando explicações. Ele disfarçou, como se não desse muita bola para o que eu tinha dito... Porém o mundo dá voltas.

Ele, que não gosta de eletrônico, tomou de penetra minha aventura. Mas esse final de semana prometia. Eu, que não gosto de swinguera, dei o troco na mesma moeda.

No outro dia desembarcaria em Brasília o fenômeno da swingueira atual, uma banda que o Poninho gosta demais. Porém, moído da noitada ao lado do André e do 2 Fuel, esgotado, o coitado não tinha mais pilha para nada, dormiu o sábado todo, e eu... Eu nem fiz questão de acordá-lo... Hehehhe.

Peguei a van e parti em direção ao Setor Hoteleiro para levar O'z Bambas ao show. Galera gente boa pakas. Músicos muito bons. Que pena que tocam swingueira.

Mas que bom também que faz a alegria da galera. Show lotadasso, e eu nos bastidores tirando onda de importante. Sem comentar que ainda conheci a galera do Molejo, grupo que pensava eu estar extinto. Engano fatal: os caras estão a todo vapor!


E essa foi mais uma edição do Penetra... O que será que o futuro nos reserva?

Até lá então, galera!